quinta-feira, 30 de junho de 2016

Escolas da Regional Centro-Sul participam do Orçamento Participativo da Criança e do Adolescente

OPCA na Escola Mestre Paranhos. Fotos: Clésio Giovane
Depois da Escola Municipal Edson Pisani, no último dia 17, agora foi à vez das Escolas Benjamim Jacob, no Sion (dia 29) e Mestre Paranhos, no Conjunto Santa Maria (dia 30), ambas na região Centro-Sul, participarem do lançamento do Orçamento Participativo da Criança e do Adolescente (OPCA). Essa é a terceira edição do projeto e cada estabelecimento de ensino participante receberá um recurso financeiro de R$ 20 mil para executar as ações eleitas pelos estudantes.

O Orçamento Participativo da Criança e do Adolescente segue os mesmos princípios do OP da cidade, que conta com a participação dos cidadãos maiores de 16 anos para a aprovação dos empreendimentos prioritários para os bairros e vilas. Para a gerente de planejamento do Orçamento Participativo, Verônica Campos Sales, o OPCA é importante porque através dele serão criados mecanismos dentro da escola,  ferramentas educacionais para que os as crianças e adolescentes usufruírem desse espaço de cidadania da coletividade e discutir aspectos de democracia.

Gerente José Wilson fala com na abertura do OPCA.
“A partir de uma construção coletiva, eles vão ter a noção de uma ideia geral da democracia participativa”, disse Verônica Campos. Para a diretora da Escola Benjamim Jacob, Cláudia Aparecida de Carvalho Gomes, o OPCA é um processo democrático onde as crianças aprendem desde cedo a exercer a cidadania e escolher aquilo que é bom para eles. “O OPCA vai mostrar para eles que é possível acreditar e fazer coisas boas para o próximo. O que eles fazem hoje irá gerar frutos para as próximas gerações”, disse.

Na Escola Mestre Paranhos a diretora Adriana Fonseca de Castro já tem por hábito fazer um processo democrático escutando opiniões, discutindo regras, organogramas e cronogramas com os alunos. “É uma prática que sempre adotamos. Uma questão que ainda não havíamos discutido é com relação ao lado financeiro. Será a primeira vez que entraremos nesse processo democrático envolvendo recurso financeiro. Vai ser muito bacana”, afirma.

Estudantes aprovam o OPCA

Apresentação de capoeira na Edson Pisani.
As crianças e os adolescentes estão animados com o OPCA. Como não podem escolher obras para serem feitas, os alunos vão apresentar durante o processo variadas ações que precisam ser realizadas. Na Escola Benjamim Jacob estão na lista laboratório de ciências, quadra de esportes, armários e até espelho nos banheiros. “A gente precisa de um espelho”,  disse o vaidoso Pedro Rodrigues, de 11 anos. “Além do espelho precisa de traves para o futebol dos meninos”, acrescenta  Camille dos Santos e Santos, da mesma idade. Ambos são delegados do OPCA.

Na Escola Mestre Paranhos,  a estudante Ingrid Vitória, 10 anos, anos acha importante este tipo iniciativa, pois dá a oportunidade aos alunos de escolherem o que desejam para a melhoria do estabelecimento de ensino. “Serão mais votadas àquelas coisas que todo mundo achar que sejam as melhores para a escola”, diz.  O seu colega, Luiz Fernando, de 10 anos,  considera importante participar da escolha de melhorias na escola. “Acho bacana a gente participar. Acho bom se tivéssemos ar refrigerado nas salas de aula e no auditório”, enfatiza.

Durante o lançamento do OPCA na Escola Benjamim Jacob houve apresentação de capoeira, enquanto na Escola Mestre Paranhos aconteceu a apresentação de samba pelos alunos. Estiveram presentes também a gerente de OP da Regional Centro-Sul,  Alexandra Cruz; o gerente de Educação da Regional Centro-Sul, José Wilson;  Michele Bergamin, representante da Secretária Municipal de Educação; Miriam Souza Santos, da Secretaria de Gestão Compartilhada; Joyce Palhares, da Gerência de Educação da Regional Centro-Sul. 


Centro-Sul recebe Fórum Família-Escola Regionalizado

Édila de Souza, organizadora do evento. Fotos: Elaine Lopes
Um momento de interação entre família, escola e Prefeitura foi proporcionado durante o Fórum Família-Escola Regionalizado da Centro-Sul, realizado na noite de 23 de junho, no auditório da Regional. Na ocasião, cerca de 100 representantes das famílias dos alunos das 15 escolas municipais e 11 UMEIs da Centro-Sul participaram do encontro promovido pela Secretaria Municipal de Educação (SMED) e Gerência Regional de Educação.

Com o tema “Família e Escola: a Escola que Temos a Escola que Queremos”, o Fórum contou com a palestra do Professor Dr. ​Robertson Saraiva, componente do Núcleo de Avaliação da GCPCF - Gerência de Coordenação de Política Pedagógica e de Formação da SMED. O profissional abordou o papel da família no contexto escolar e as responsabilidades de cada um para o sucesso do estudante. “A família do aluno e a escola devem ser congruentes no sentido de atuarem para o mesmo objetivo, que é contribuir para a educação, mas usando ferramentas diferentes”, explicou.

Abertura do Fórum Família Escola Regionalizado
​O evento teve inicio com um lanche oferecido aos participantes. Na recepção todos receberam um kit contendo jornal informativo Família-Escola, folheto informativo sobre saúde e sobre violência contra crianças, gibi Turma da Mônica e livreto com dicas para os pais acompanharem a educação dos filhos. A programação também incluiu exibição de vídeo do Programa Família-Escola e apresentação musical da EM Senador Levindo Coelho. 

A faxineira Juliana de Moura, de 32 anos, fez questão de estar presente no Fórum, pois possui duas filhas, uma de 13 e outra de 11 anos, estudando na Escola Municipal Maria das Neves. Ela que também é representante do colegiado da escola acredita que os pais devem ser mais atuantes na vida escolar de seus filhos. “Acho muito interessante a Regional convidar os pais para esse evento porque nós familiares temos que participar mais dessas reuniões que envolvem a escola de nossos filhos. A educação vem primeiramente de casa, mas precisamos ajudar a escola e ela nos ajudar na educação das crianças, é uma troca, temos que ser parceiras”, afirmou.

Escolas da Regional Centro-Sul recebem selo BH sem Racismo

Profissionais da Educação da Centro-Sul. Fotos: Clésio Giovani
Duas escolas da Regional Centro-Sul estiveram entre outras 19 que receberam o Selo da Igualdade Racial (BH Sem Racismo) durante o evento promovido pela Secretaria Municipal de Políticas Sociais, realizado na última terça-feira, dia 28, na sede da Prefeitura. Na ocasião, onze entidades foram certificadas na categoria Compromisso e oito na categoria Excelência - para agentes que já desenvolvem ações de igualdade racial e enfrentamento ao racismo. 

A Escola Maria das Neves e a Umei Luxemburgo receberam o certificado da Categoria Compromisso, voltadas para instituições que desejam implementar programas na área de superação do racismo. A partir de agora, essas entidades passam a integrar o Programa de Certificação em Promoção da Igualdade Racial.

Fátima Cordeiro e Sueli Baliza
Neste caso, elas deverão apresentar no Comitê Gestor um plano de trabalho que deverá ser desenvolvido ao longo de dois anos. “Para a nossa escola é de suma importância receber da Prefeitura de Belo Horizonte o troféu de Instituição Certificada. Mostra que trabalhamos em todos os níveis da escola para que possamos minimizar o racismo entre nossos alunos e assim tenhamos uma BH Sem Racismo. Esse é o nosso compromisso", afirmou a diretora da escola, Fátima Cordeiro.

Para a vice-diretora da Umei Luxemburgo, Luciana Vicentin, ensinar também é aprender. E os professores ensinam aos alunos várias coisas e acabam aprendendo com eles também. ”Com relação às questões raciais, deveríamos prestar mais atenção às crianças. Com certeza aprenderíamos muito. Crianças quando se juntam é uma festa só. Eles não olham o outro com pré- julgamentos, com discriminação, brincam com quem quer brincar e pronto. É nesta tentativa de aprender com a simplicidade das crianças e ensinar com a responsabilidade de adultos que firmamos o compromisso e pretendemos cumpri-lo”, enfatizou.

O programa

Lançado em 2013 pela PBH, o Programa de Certificação em Promoção da Igualdade Racial tem a finalidade de estimular, apoiar e reconhecer empresas, associações e entidades da sociedade civil que possuem em sua prática de gestão ações no campo da promoção da igualdade racial, do enfrentamento ao racismo, do combate à discriminação etnicorracial e da valorização da cultura negra.

O programa é coordenado pela Secretaria Municipal de Políticas Sociais, por meio da Secretaria Municipal Adjunta de Direitos de Cidadania, da sua Coordenadoria de Promoção da Igualdade Racial e da Fundação Municipal de Cultura (FMC). A adesão ao programa de certificação é atestada por meio do Selo de Promoção da Igualdade Racial (BH Sem Racismo), conferido a cada dois anos a empresas, associações e entidades que se destacarem pelas ações voltadas para a promoção da igualdade racial, em consonância com os objetivos estabelecidos na Política Municipal de Promoção da Igualdade Racial, instituída pela lei 9.934, de 21 de junho de 2010, e diretrizes fixadas por meio de edital.

Empresas, associações e entidades que têm interesse em apresentar práticas internas que promovam a igualdade racial ou que querem assumir o compromisso com um plano de ação a ser desenvolvido para o enfrentamento ao racismo podem se inscrever no site da PBH, no endereço www.pbh.gov.br/igualdaderacial, onde estão disponíveis os formulários para cadastro.

quarta-feira, 29 de junho de 2016

Alunos da EJA da Escola Municipal Maria das Neves visitam laboratório de astronomia em Caeté

Laboratório de Astronomia da UFMG. Fotos:E.M.Neves
Oportunidade de conhecer os astros do universo. Essa foi a proposta da aula experimental realizada com 30 alunos da Educação de Jovens e Adultos (EJA) da Escola Municipal Maria das Neves. A atividade foi realizada na noite fria do último dia 23 de junho, no Laboratório de Astronomia Frei Rosário da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), localizado na Serra da Piedade, em Caeté, Região Metropolitana de Belo Horizonte. O grupo esteve acompanhado pelos professores Luiz Carlos Cardoso da Paixão e Gisele Outeiro.

Durante a visita ao Laboratório de Astronomia, os alunos ouviram palestra sobre constelações e estrelas representadas na Bandeira Nacional Brasileira. “E aprenderam também que uma das estrelas do Cruzeiro do Sul representa Minas Gerais”, destacou o professor Luiz Paixão, sob os olhares atentos dos estudantes.

Estudantes da EJA observam o céu
Os alunos observaram no telescópio, localizado na cúpula do observatório, e viram o planeta Júpiter e três de suas luas. Na área externa, nos telescópios de lente, viram a Lua, suas crateras, estrelas e os planetas Marte e Saturno. Diante da localização de 1.746 m de altitude, os alunos também observaram as cidades de Belo Horizonte, Sabará, Nova Lima, Caeté, Raposos, Lagoa Santa e Sete Lagoas.

Todos ficaram entusiasmados com a visita. “Nunca imaginei que o universo fosse tão grande! Foi muito bom ver no telescópio os planetas Júpiter, Marte, Saturno, a nossa Lua e a constelação do Cruzeiro do Sul”, declarou a aluna Renata Cristina, de 16 anos. “Aprendi muito com a visita e espero voltar outras vezes”, completaram empolgados os colegas, da mesma idade, João Vitor Gomes e Lucas Nascimento Silva. Essa é a segunda visita de alunos da Escola Maria das Neves ao Observatório. A primeira foi em novembro de 2015.

Regional Centro-Sul realiza mutirão contra a dengue na Vila Acaba Mundo


Vila recebe limpeza do mutirão. Fotos: Elaine Lopes
Com a colaboração dos moradores a Prefeitura recolheu mais de 16 toneladas de resíduos na Vila Acaba Mundo, no Sion, região Centro-Sul de Belo Horizonte, durante os mutirões contra o mosquito Aedes aegypti, realizados no mês de junho. Dividida em duas etapas, a ação de limpeza contou com o trabalho de Agentes de Controle de Endemias (ACE), Agentes Comunitários de Saúde (ACS), Agentes de Limpeza Urbana, equipe de apoio e coordenação da Regional Centro-Sul.

A primeira fase do mutirão foi realizada no dia 10 de junho, quando 12 quarteirões foram percorridos e 368 imóveis foram trabalhados pelos agentes. A comunidade foi mobilizada para ajudar, colocando para fora das casas e nos pontos de recolhimento objetos que acumulam água, como pneus, latas, garrafas e vasos. A ação visou conscientizar os moradores sobre o perigo da proliferação do mosquito que transmite dengue, chikungunya e zika, além de envolver o cidadão na tarefa de eliminar os focos e os ambientes favoráveis para o desenvolvimento das larvas do Aedes aegypti.

Agentes fazem a limpeza da vila.
Na segunda etapa, que ocorreu no dia 18 de junho, foram vistoriados aproximadamente 500 imóveis, com reforço no trabalho de pontos críticos já vistoriados na fase anterior. O córrego da Vila Acaba Mundo também foi alvo do mutirão, com a remoção de mais de 6 toneladas de lixo e capina de suas margens. Além disso, somente da casa de um acumulador foram recolhidas mais de 3 toneladas de materiais inservíveis.

Para o presidente da Associação dos Moradores da Vila Acaba Mundo, Laerte Gonçalves Pereira, morador da região há quase 30 anos, os mutirões ajudam a alertar a população para a questão da educação ambiental. “Essas ações chamam a comunidade a cuidar do meio ambiente, a manter o córrego limpo. É preciso que os moradores colaborem para que tenhamos aqui mais qualidade de vida”, afirmou.

Mais mutirões

No início do mês de junho, outro mutirão foi realizado no Morro do Papagaio, na Barragem Santa Lúcia. Nessa ação foram visitados 528 imóveis e recolhidas mais de 37 toneladas de materiais inservíveis, que necessitaram de seis viagens de caminhão para serem transportados.

segunda-feira, 27 de junho de 2016

Arraiás juninos agitam os Cras da Centro-Sul

Arraial do Cras Vila Marçola. Foto: Clésio Giovani
Os Espaços BH Cidadania/Centro de Referência em Assistência Social (CRAS) das Vilas Fátima, Marçola e Santa Rita de Cássia promoveram no mês de junho eventos de convivência familiar, comunitária e lazer a partir das tradições juninas. Os arraiais foram momentos ricos de participação das comunidades com as atrações que agradaram pessoas de todas as faixas etárias.

No Cras Vila Marçola o arraial foi realizado no dia 24/6 na espaçosa garagem do prédio onde funciona o serviço, no Aglomerado da Serra. O evento recebeu um grande público formado por alunos da Creche Casa da Criança, parceira da Prefeitura de Belo Horizonte; Grupo de Idosos, turma do Lian Gong e usuários do Cras. Os convidados curtiram bastante as apresentações das crianças e degustaram canjiquinha com carne, caldo de feijão e a tradicional canjica.

Para a coordenadora do Cras Vila Marçola, Andréa Barreto do Couto Drager, a comunidade local mais uma vez atendeu ao convite, superando as expectativas. “Realmente este ano foi mais do que o esperado. A comunidade é bastante participativa. O Cras já tem cinco anos e meio e a cada ano aumenta a participação da comunidade, principalmente nos eventos”, constatou. 

Mais do que isso, o que deixou a coordenadora feliz foi a interação entre as crianças, adolescentes, adultos e idosos, o que de acordo com ela, é o verdadeiro papel do Cras junto às comunidades. “O objetivo é fazer essa integração entre diferentes gerações, com o respeito entre eles, aproximando todo mundo”, afirma Andréa Barreto, que tem a aprovação da proprietária da Creche Casa da Criança, na Serra, Zelha Resende Soares. “Isso para nós é tudo nessa parceria de sucesso”, afirma.

Segundo a proprietária da creche, quando se fala em festa no Cras é sempre um agito total. “O público adora festa aqui”, diz. A idosa Santa Maria de Jesus, de 84 anos, é dessas pessoas que não perde uma festinha no Cras, onde é usuária do serviço há cinco anos. “Participo das atividades que são muito boas e não perco uma festa”, diz a aposentada, enquanto saboreava a canjiquinha com carne. Já a dona de casa, Laís Aparecida da Silva, acompanhava cuidadosamente a filha Bruna, de dois anos, que se preparava para participar da quadrilha. “Está uma maravilha esse arraiá”, disse empolgada.

No Cras Vila Fátima

Palhaços divertem crianças. Foto: Edson de Souza
A tradicional festa junina do BH Cidadania/CRAS Vila Fátima, no Aglomerado da Serra, região Centro-Sul, ocorreu no dia 18/6 e contou com a participação de aproximadamente 300 pessoas. As atrações agradaram a todos os participantes, de diferentes faixas etárias. A apresentação circense com o artista Diogo Dias da Cia Circunstância levou animação e cultura que com a “arte dos palhaços” e dos malabaristas, especialmente às crianças que acompanharam atentas e participaram ativamente do espetáculo. 

Para os pequenos houve também brincadeiras como o jogo das argolas e pescaria com distribuição de brindes. De acordo com o coordenador do Cras Vila Fátima, Edson Pereira de Souza, para manter vivas as tradições aconteceram também as animadas quadrilhas da Academia da Cidade, do Vida Ativa, dos Grupos de Famílias e Idosos e de toda a equipe que trabalha no BH Cidadania e no CRAS. 

“A ornamentação do espaço teve a contribuição dos adolescentes do Pró-Jovem. Para esquentar o dia e os vínculos na comunidade e animar a criançada, as deliciosas comidas típicas como caldo de feijão, canjica, cachorro quente, pipoca e algodão doce. Uma manhã para reviver a cultura junina e reforçar os laços de amizade”, disse o coordenador do Cras Vila Fátima.

Crianças se divertiram no Cras Santa Rita. Foto: Divulgação
Cras Santa Rita de Cássia

O Arraiá do Cras Santa Rita de Cássia, realizado no dia 24/06, contou com apresentação de quadrilha dos alunos da Escola Integrada da Escola Municipal Ulisses Guimarães. O evento teve a participação de 150 pessoas, entre famílias acompanhadas pelo CRAS, idosas do Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos, adolescentes do Pró-jovem, crianças da Escola Integrada, dentre outros.

Apresentação da Escola M. Ulisses Guimarães.
As crianças puderam aproveitar atividades como a piscina de bolinhas, pescaria, boca do palhaço e jogo de argolas. E ainda teve quitutes juninos como canjica, pipoca, caldo e doces. O evento foi ainda uma oportunidade para, mais uma vez, sensibilizar a comunidade quanto a importância de protegermos nossas crianças, com entrega de material da Campanha de Combate à Exploração e Violência Sexual Contra Crianças e Adolescente.